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Depois que o bebê nasce…

19 set

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…qualquer semelhança com a vida real não é mera coincidência:

Todas as imagens são de um blog sobre paternidade americano chamado How to be a dad muito divertido e gostoso de ler!

Uma ótima semana!

Organizando os brinquedos

12 set

Fonte: Arquivo pessoal

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Organizar os brinquedos da criançada não é tarefa fácil. É claro que eu gostaria de ter uma briquedoteca dentro de casa, um quarto ou um cômodo único e exclusivo para guardar os brinquedos e para Júlia brincar sem modificar a rotina da casa inteira, mas infelizmente não é o que acontece e os brinquedos vão parar dentro do quarto e na sala, cozinha, banheiro, corredor, dentro dos armários e onde nem posso imaginar…

Pois é, e para que a coisa não pareça tão fora do nosso controle tentamos organizar os brinquedos separando por brincadeiras ou tipo de brinquedos. Primeiro ela tinha uma caixa onde a gente  jogava guardava os brinquedos todos misturados. Com o tempo percebemos que ela só se interessava pelos brinquedos se a gente tirasse de dentro do baú e desse pra ela brincar.

Depois de muita procura e de babar em soluções de móveis que encontrava na internet, encontrei essas caixas de plástico na Le Biscuit em Salvador, mas já vi caixas semelhantes na Etna.

Fonte: Arquivo pessoal

Elas empilham e é possível ver o que há dentro de cada uma, assim, Juju pega com o que quer brincar sozinha.=o) E o melhor, não são caras.

Os brinquedos menores colocamos dentro dessas vasilhas transparentes que reciclei da cozinha da minha mãe.

Fonte: Arquivo pessoal

Fonte: Arquivo pessoal

O rodízio de brinquedos ajuda muito. Sempre fazemos a revisão, alguns vão para a doação enquanto outros são guardados por um tempo. É ótimo quando damos um brinquedo que ela não via há tempos. Fica horas brincando.

Outras opções

Pesquisei muito na internet e vi opções fantásticas. A que mais gostei foi essa prateleira, mas não achei para comprar. Vi algumas similares, mas os preços não compensavam.

Fonte: Google Imagens

No site Casos de Casa tem um post com muitas ideias sobre o assunto. Vale a pena dar uma olhada.

O Guia do Bebê traz uma série de dicas para montar uma “brinquedoteca” em qualquer espaço da casa.

E vocês mamães, como costumam organizar os brinquedos da criançada??

Estamos de mudança!!

1 ago
Fonte: Google imagens

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Não o blog! Nós mesmo. E uma baita mudança. Foi uma decisão muito rápida e uma verdadeira loucura arrumar tudo com a Júlia. Decidimos morar perto dos meus pais, onde a Júlia terá uma infância mais tranquila e acompanhada pela família.

Saímos de Salvador na semana passada e estamos passando alguns dias em Brasília para rever amigos e família. Na quarta saíremos rumo ao destino final que é Campo Grande-MS.
Esses últimos dias foram extremamente cansativos pela quebra na rotina. Tenho ideias para vários posts.
No fim da semana volto com as novidades!!

Festa na escola = festa infantil gastando pouco

5 jul

Fonte: Arquivo pessoal

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úlia completou 3 aninhos no mês de abril e pela primeira vez decidimos fazer uma festa na escola. Confesso que gostei muito da experiência e se soubesse que seria tão legal eu teria feito antes. Foi uma festinha divertida, rápida, simples e sem grandes gastos. Em outras palavras a famosa boa, bonita e barata. Ótima opção para quem não quer gastar muito, mas também não quer deixar a data passar em branco.

Primeiro conversamos na escola para saber as regras. Basicamente, festa com duração de uma hora, não é permitida a entrada de convidados, somente os pais e irmãos se a criança tiver. Também não era permitida a entrada de brinquedos (infláveis, piscina de bolinhas) nem de animadores de festa. Também pedem a preferência para sucos e salgados assados. Cada escola possui regras próprias para a realização desse tipo de festa, então é legal conversar tudo isso antes.

Uma semana antes da data reservada, nós mandamos convites para a escola que distribuiu para os colegas dela na agenda. No dia marcado, chegamos 20 minutinhos antes da hora que a escola determinou para começar. A decoração foi simples, então arrumamos muito rápido.

Chamaram as crianças que foram logo para a mesa cantar os parabéns! Outro detalhe, só participam da festa os colegas de sala a professora dela e auxiliar. Não é permitido a outros funcionários participarem. Ri muito deles, da espontaneidade e sinceridade deles. São muito divertidos. E Júlia estava muito feliz, era nítida a alegria dela, aliás, a turma toda se divertiu muito.

O que eu mais gostei da experiência foi ver que a criança e os amiguinhos são o centro das atenções. Não é necessário dar atenção aos convidados, não que eu não goste das festas tradicionais, mas  na ela se sentiu mais livre para brincar, sorrir, se divertir. Foi muito bom!

Mas agora vamos às dicas:

- Decoração: Não precisa ser muito elaborada, até porque não há tempo de arrumar muita coisa, alguns balões, um “PARABÉNS” na parede já faz a alegria da criançada. Optar por não fazer de um tema específico também pode render uma boa economia. A diferença de preço entre produtos coloridos para os que tem personagens ultrapassa 100%, então…

- Comida: Nesse ponto é bom ver as regras da escola. Algumas não vão aceitar refrigerante por exemplo. Mas olha, eles comem muitoooo pouco! Fiquei admirada. Nossa conta foi para 15 crianças. Foram 1 bolo médio, 4 caixas de suco, 50 salgados e 50 doces. Aí teve balas e pirulito! Deu de sobra.

- Lembrancinha: Optamos pelas famosas sacolinhas supresa. Colocamos bala, mini brinquedos, cartelas de adesivos e um pirulito flor de jujuba que fez o maior sucesso entre a criançada.

Até mais!

Cama compartilhada, (agora) eu pratico!

28 jun

Fonte: Google imagens

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A cama compartilhada aqui em casa surgiu mais de uma necessidade do que da própria intenção de ter uma cama compartilhada. Júlia, agora com 3 anos, mesmo com seu quartinho com uma mini cama baixinha que ela consegue descer e subir sozinha, só dorme em nossa companhia. Ela dormia com a gente na cama, e logo que adormecia era colocada em seu quarto. Só que ela sempre acordava e voltava chorando pra gente. No começo, todas as vezes que ela ia, levávamos ela no colo de volta para a cama dela, só que em algumas noites, essa peregrinação era repetida 4, 5 e até 6 vezes por noite.

Recém-nascida, eu tinha muita vontade de dormir com ela, mas como tenho o sono muito pesado, morria de medo de deitar por cima dela. Criei a Júlia ouvindo muito a opinião dos outros, mesmo discordando algumas vezes. Mãe de primeira viagem e totalmente inexperiente, confiava piamente na experiência e vivência alheia. Muitos palpites eu acatei e vi como foram bons, outros nem tanto. Familiares e amigos sempre disseram que é ruim para a criança dormir com os pais. Diziam que é ruim para os pais que não possuem mais um momento íntimo e também para a criança que se torna cada vez mais dependente. Nem eu nem minhas irmãs nunca dormimos. Então com a Júlia foi a mesma coisa sempre dormiu em sua cama, mesmo que isso significasse levantar para devolvê-la várias vezes na noite.

Só que depois de várias noites com ela dormindo menos de uma hora na cama dela, conversamos e decidimos testar a cama compartilhada. Pesquisei um pouco na internet e descobri os benefícios da decisão que tomamos mesmo que intuitivamente. Além do que já constaram médicos e pesquisadores, eu vi as mudanças acontecerem em minha própria casa. Júlia dorme melhor, costuma não mais acordar a noite e quando isso acontece, assim que encosta em nós volta a dormir. Ela passou a dormir mais cedo também e acordar com mais disposição. Acorda e agora não dá mais nenhum trabalho para se arrumar para ir à escola. Outra coisa que notei foi o seu humor. Antes sempre acordava chorando, agora é sempre sorrindo. Também acorda por si só, raramente precisamos levantá-la. Seu apetite matinal também melhorou muito. Antes só tomava o leite antes de sair de casa, agora toma o café da manhã completo.

Cama compartilhada, até quando?

Bem, ainda não paramos para pensar nisso. Por enquanto vou curtir muito o cheiro da minha pequena em um dos raros momentos que consigo ficar com ela. Acho que com o tempo, ela mesma vai querer ir para a cama dela. Curtir seu espaço. Vamos pensar nisso futuramente.

Vale lembrar que para ter uma cama compartilhada, o bebê não precisa necessariamente dormir na mesma cama que os pais, pode-se adaptar o berço, uma cama ou colchão próximo o suficiente para que o bebê possa ser tocado e se sentir protegido. Método até muito mais seguro nos primeiros meses de vida.

Fonte: Google imagens

Mais cama compartilhada

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