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Depois que o bebê nasce…

19 set

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…qualquer semelhança com a vida real não é mera coincidência:

Todas as imagens são de um blog sobre paternidade americano chamado How to be a dad muito divertido e gostoso de ler!

Uma ótima semana!

Cama compartilhada, (agora) eu pratico!

28 jun

Fonte: Google imagens

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A cama compartilhada aqui em casa surgiu mais de uma necessidade do que da própria intenção de ter uma cama compartilhada. Júlia, agora com 3 anos, mesmo com seu quartinho com uma mini cama baixinha que ela consegue descer e subir sozinha, só dorme em nossa companhia. Ela dormia com a gente na cama, e logo que adormecia era colocada em seu quarto. Só que ela sempre acordava e voltava chorando pra gente. No começo, todas as vezes que ela ia, levávamos ela no colo de volta para a cama dela, só que em algumas noites, essa peregrinação era repetida 4, 5 e até 6 vezes por noite.

Recém-nascida, eu tinha muita vontade de dormir com ela, mas como tenho o sono muito pesado, morria de medo de deitar por cima dela. Criei a Júlia ouvindo muito a opinião dos outros, mesmo discordando algumas vezes. Mãe de primeira viagem e totalmente inexperiente, confiava piamente na experiência e vivência alheia. Muitos palpites eu acatei e vi como foram bons, outros nem tanto. Familiares e amigos sempre disseram que é ruim para a criança dormir com os pais. Diziam que é ruim para os pais que não possuem mais um momento íntimo e também para a criança que se torna cada vez mais dependente. Nem eu nem minhas irmãs nunca dormimos. Então com a Júlia foi a mesma coisa sempre dormiu em sua cama, mesmo que isso significasse levantar para devolvê-la várias vezes na noite.

Só que depois de várias noites com ela dormindo menos de uma hora na cama dela, conversamos e decidimos testar a cama compartilhada. Pesquisei um pouco na internet e descobri os benefícios da decisão que tomamos mesmo que intuitivamente. Além do que já constaram médicos e pesquisadores, eu vi as mudanças acontecerem em minha própria casa. Júlia dorme melhor, costuma não mais acordar a noite e quando isso acontece, assim que encosta em nós volta a dormir. Ela passou a dormir mais cedo também e acordar com mais disposição. Acorda e agora não dá mais nenhum trabalho para se arrumar para ir à escola. Outra coisa que notei foi o seu humor. Antes sempre acordava chorando, agora é sempre sorrindo. Também acorda por si só, raramente precisamos levantá-la. Seu apetite matinal também melhorou muito. Antes só tomava o leite antes de sair de casa, agora toma o café da manhã completo.

Cama compartilhada, até quando?

Bem, ainda não paramos para pensar nisso. Por enquanto vou curtir muito o cheiro da minha pequena em um dos raros momentos que consigo ficar com ela. Acho que com o tempo, ela mesma vai querer ir para a cama dela. Curtir seu espaço. Vamos pensar nisso futuramente.

Vale lembrar que para ter uma cama compartilhada, o bebê não precisa necessariamente dormir na mesma cama que os pais, pode-se adaptar o berço, uma cama ou colchão próximo o suficiente para que o bebê possa ser tocado e se sentir protegido. Método até muito mais seguro nos primeiros meses de vida.

Fonte: Google imagens

Mais cama compartilhada

Alguns artigos muito válidos sobre o tema:

Sono dos bebês

Jogo hormonal entre mãe e filho na cama compartilhada.

Soluções para uma noite sem choro.

Cama compartilhada, família feliz.

Música de ninar!

25 mai

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Olá!

Saber músicas de ninar nunca é demais não é mesmo? Aqui ouvimos algumas músicas infantis que ela gosta e que gostamos de escutar juntas deitadas, abraçadas, sentindo uma o cheirinho da outra! Não há nada melhor! Mas tem um grupo chamado O Teatro Mágico que tem umas músicas com letras (que não são infantis, mas são poéticas) e melodias deliciosas para acalmar os pequenos, usar no momento da massagem e até fazê-los dormir.

Quem quiser conferir pode visitar o site: O Teatro Mágico ou conferir os vídeos no YouTube. O bom é que eles permitem o download gratuito das músicas no site deles.

Vou deixar uma música para conhecerem!

E vocês, quais músicas e bandas escutam em momentos de relaxamento com os filhos?

Beijos

Como ir em supermercados e shoppings sem estress.

16 mai

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Shoppings Centers podem ser uma boa opção de passeio para os pequenos pela vasta opção de lazer. É cinema, parques, lojas de doces, livrarias, lojas de brinquedos e principalmente pelas opções Mc Donald’s  na praça de alimentação. Mas quando precisamos ir ao shopping com pressa para pagar alguma conta ou comprar um presente de última hora e não temos com quem deixar o filhote? Aí começa o problema. Já tentei conversar antes, explicar que é rápido e ela aceitar que vai se comportar, mas quando Júlia via a primeira vitrine colorida, quem disse que lembrava do que havíamos combinado? Pois, é.

Uma opção é deixar os filhos naqueles espaços (parques) feitos especialmente para as crianças se distraírem enquanto vamos às compras. Lá eles tem várias opções de brinquedos além da assistência dos funcionários do local. Mas quando o dinheiro está curto (e convenhamos que esses lugares não são baratos) o que fazer?

Em supermercados a situação é ainda pior, além de todas aquelas tentações dispostas nas prateleiras, o tempo de permanência no local é muito maior e consequentemente o estress também. É claro que o básico é sempre distrair, mas Júlia não se distrai mais com brinquedos quando está nesses lugares, então andei testando alguns métodos de distração com ela. Como não tenho família em Salvador e nem babá, tudo que temos que fazer, ela nos acompanha. Daí se vira nos 30 pra dar conta. Vamos lá:

1 – Conversa: Como ela já tem 3 anos às vezes apenas conversar já dá certo. Explico o que vamos fazer e que naquele dia não vamos poder ir ao parque ou cinema. Estipulo também uma premiação caso ela se comporte, coisas simples como pirulitos ou pipocas.

2 – Cantar: É isso mesmo! Canto com ela o tempo todo. Algumas pessoas chegam a me olhar com estranheza, mas… é para o nosso bem. Escolho músicas em que ela tem que interagir ou responder perguntas. Fica tão concentrada na música que às vezes se esquece de onde estamos.

3 – Perguntas: Em supermercados sempre dá certo fazer ficar fazendo diversas perguntas pra ela. Isso mesmo! Pergunto sem parar! Qualquer tipo de pergunta serve, uma atrás da outra. Começo perguntando o nome, a idade dela, nome da escola, dos colegas, professores. Depois passo para cores das coisas e números, pergunto o que ela fez na escola e vamos indo. (Abrindo um parêntese: esse é o mesmo método que a professora dele usa para manter a turminha sentada por exemplo. No aniversário da Júlia na escola, ela fazia perguntas o tempo todo para as crianças até arrumarmos tudo para cantar os parabéns. Fiquei impressionada com o poder de distração que as perguntas têm.)

4 – Apostar corrida: Calma gente! Não é bem o que estão pensando. Quando vou ao shopping com ela e tenho que resolver uma ou outra coisa rápido apostamos corrida. Na verdade ninguém corre é só para distraí-la. Pego em sua mão e digo quem vai chegar primeiro em tal lugar, ela começa a andar mais rápido e pronto. Chegamos rapidamente no lugar sem paradas. O propósito é só dar um objetivo para cumprir. Isso já basta para distrair.

5 – Coisas para comer: Algumas vezes também dá certo dar alguma coisa para comer, ainda mais se for diferente como um biscoito ou um salgadinho.

6 – Carrinhos em forma de carros: Esses são bons para crianças menores. Júlia antes ficava muito neles, se distraía e não dava trabalho nenhum. Hoje não permanece mais que 5 minutos.

7 – Levar o brinquedo para passear: Quando sei que o passeio vai ser mais demorado, mas não tenho tanta pressa, levo o carrinho de bonecas dela. No caso dos meninos pode ser um carrinho com um cordão. Parece coisa antiga mas dá super certo.

Outros lugares

Não é só em supermercados e shopping que as crianças se entediam rápido, outras situações como a espera de uma consulta médica, a espera por alguém, em um aeroporto, restaurante ou até em um engarrafamento. Nesses casos mais esporádicos um “kit” composto por lápis, canetinha, revistas, adesivos e massinhas de modelar podem fazer efeito. É bom sempre ter esses itens na bolsa de passeio. No carro dá certo colocar um espelho para que a criança possa ver os pais. DVD no banco de trás também é uma boa pedida. Solução mais barata é baixar pequenos filmes e desenhos para o celular e dar para a criança assistir.

E vocês mamães, quais métodos usam para distrair os filhos nessas situações?

Mamãe, você é minha amiga!

21 abr

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Júlia, hoje com seus 3 anos, me emociona ao me abraçar e dizer que sou sua melhor amiga!

Nessas horas, me dá um friozinho na barriga só de pensar quando ela estiver adolescente e vai preferir mil vezes a companhia das amigas a minha (neura super ultra mega hiper antecipada).

Queria ter sempre esse tipo de relação com ela, de amizade, de cumplicidade! Acho importante os filhos terem nos pais uma relação de amizade e não de submissão. Quando crescemos e nos deparamos com tantos desafios a serem vencidos, os pais são o alicerce. Lembro da minha mãe dizer, não há no mundo ninguém que te ame mais do que nós nem ninguém que te queira melhor. E sempre foi assim, era só eu escolher um caminho contrário do que meus pais me aconselhavam pra quebrar a cara. Não que eu acredite que os pais tenham que determinar a vida dos filhos, nada disso, mas aconselhar sim. E quem me dera se eu tivesse seguido todos os conselhos.

Desculpem se alguém aí tem opinião contrária, mas acredito que a relação de pai e filhos deve ser de igual pra igual. Também não somos perfeitos e erramos tanto quanto eles. Quantas broncas sem motivo, quantas escolhas erradas fazemos, quantas vezes perdemos a paciência enquanto cabe a nós o equilíbrio? Porque não chegar nos pequeninos, pedir desculpas e assumirmos os erros? Isso só vai ensiná-lo que errar não é feio e que é digno assumir se errou.

Deus queira que hoje a minha pequena amiga se torne minha grande amiga amanhã. Que eu não cometa o erro de querer julgá-la jamais, que eu saiba reconhecer cada tropeço meu, assim como ensiná-la a contornar os dela. Afinal, pais e amigos são pra essas coisas.

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